O Estado de S. Paulo: Após greve, frete ficou 12% mais caro, diz indústria
Gastos subiram depois da adoção da tabela de frete, na negociação que encerrou a paralisação dos caminhoneiros
O Globo: ‘Rei dos ônibus’ assume caixinha a políticos
Pela primeira vez, empresário reconhece ter feito pagamentos a agentes públicos do Rio
Folha de S. Paulo: Cresce taxa de morte por doenças crônicas no país
Levantamento mostra que índice, em queda até 2015, inverteu rumo em 2016
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O Globo

Manchete : ‘Rei dos ônibus’ assume caixinha a políticos
Pela primeira vez, empresário reconhece ter feito pagamentos a agentes públicos do Rio
O empresário Jacob Barata Filho, conhecido como o”Reidos ônibus”,revelou,pela primeira vez,o pagamento de caixa dois feito por donos de empresas de transportes a políticos do Rio. Em depoimento à Justiça Federal, ele disse que a prática,chamada pelos cariocas de”caixinha da Fetranspor”, começou há 20 anos e chegava a R$ 6 milhões mensais.
Entre os beneficiados citados por ele estariam Jorge Picciani,presidente afastado da Alerj, e Paulo Melo,ex-presidente da Casa, que negam. Embora o empresário tenha evitado a palavra propina,o Ministério Público Federal afirma que os pagamentos eram realizados,inclusive,em anos não eleitorais.(Pág.4)

Refugiados: Êxodo de venezuelanos é comparável à crise migratória do Mediterrâneo, diz ONU (Pág. 31)

Carla Rocha
A maior lenda urbana da política do Rio (Pág. 4)

Secretário: sair da recuperação fiscal ‘seria catastrófico’
Para o secretário estadual de Fazenda, Luiz Cláudio Gomes,”seria catastrófico” para o Rio ser excluído do Regime de Recuperação Fiscal, por conta do aumento de 5% para servidores de Judiciário, Ministério Público e Defensoria. Gomes estima que o estado poderia ficar sem pagar a funcionários por até seis meses. (Pág. 12)

Malan vê país sob risco de messianismo e de voluntarismo
O ex-ministro da Fazenda Pedro Malan acredita que o Brasil vive novo ponto de inflexão,como em 2002-2003,sob risco de messianismo e de voluntarismo.(Pág. 27)

Letalidade pode aumentar, alerta ministro da Defesa
General Silva e Luna diz que mortes no Rio podem crescer devido a confronto de traficantes e a uma polícia disposta a enfrentar o crime.(Pág. 11)

Militares combatem violência sozinhos, diz Villas Bôas
O comandante do Exército,general Eduardo Villas Bôas,disse que os militares estão isolados no combate à violência no Rio.(Pág. 11)

Energia para o crime
AS TOMADAS DE TRÊS PINOS DO TRÁFICO
Traficantes da comunidade Belém,em Angra dos Reis, obrigaram a empresa de energia a instalar tomadas e interruptores em postes para que possam recarregar radiotransmissores e celulares e deixar ruas às escuras.A Enel confirma que técnicos fizeram a instalação sob ameaça. Guerra de facções levou o prefeito a decretar calamidade pública na segurança.(Pág. 15)

Miriam Leitão
PSL:contradições entre Guedes e Bolsonaro persistem (Pág. 28)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Após greve, frete ficou 12% mais caro, diz indústria
Gastos subiram depois da adoção da tabela de frete, na negociação que encerrou a paralisação dos caminhoneiros
Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 688 empresas mostra que os gastos com transporte rodoviário subiram 12% após o governo adotar a tabela de preços do frete como parte do pacote de medidas que encerrou a paralisação de 11 dias dos caminhoneiros, em maio. Além de pagar mais caro pelo transporte, a indústria registra aumento do custo da matéria-prima. Por conta do tabelamento, os insumos estão em média 7% mais caros. Se a constitucionalidade do tabelamento for confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), numa discussão que será retomada segunda- feira, 60,5% das empresas pretendem adotar um plano alternativo. A opção preferida por 37,3% delas é transferir a responsabilidade do transporte para o comprador. E 17,5% dizem que podem suspender ou reduzir a venda de produtos para determinadas rotas ou regiões. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B4)

Caminhoneiro quer fiscalização
Lideranças dos caminhoneiros cobram fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para que os preços mínimos sejam respeitados. Agência tem apenas 500 fiscais para cobrir 1,7 milhão de km de rodovias. (PÁG. B4)

Tema nacional, ironia e ataque marcam o 2º debate em SP
O segundo debate na TV entre os candidatos ao governo de SP, na RedeTV!, foi influenciado pela disputa nacional e marcado por ironias e embates. Os temas do Estado, em diversos momentos, deram espaço a trocas de acusações. João Doria (PSDB) e Luiz Marinho (PT) protagonizaram os confrontos mais duros da noite. Doria acusou o PT de “destruir, roubar e mentir”. Em direito de resposta, Marinho afirmou que o adversário “traiu o povo” ao deixar a Prefeitura. (POLÍTICA / PÁG. A10)

Juíza condena João Doria
Candidato do PSDB foi condenado por improbidade administrativa pelo uso do slogan Cidade Linda para promoção pessoal na Prefeitura. Doria nega irregularidade e diz que vai recorrer. (PÁG. A10)

Alas tentam influir na campanha de Bolsonaro
Uma disputa pelos rumos da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) divide o estafe do candidato e provoca tensão nos bastidores, além de recuos públicos. Comparecimento a debates e escolha do vice da chapa foram alguns dos temas que opuseram os dois grupos. (POLÍTICA / PÁG. A4)

‘Estamos num curso insustentável’, diz Pedro Malan
O ex-ministro da Fazenda Pedro Malan diz estar preocupado com o rumo do País. “Estamos num curso insustentável”, afirma. Na próxima semana, ele lança o livro Uma certa ideia de Brasil: Entre passado e futuro, que reúne colunas publicadas no Estado. (POLÍTICA / PÁG. A12)

Chavismo usou câmbio negro para desviar US$ 1,2 bilhão
Documentos do Departamento de Justiça dos EUA mostram que enteados do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e funcionários de alto escalão da PDVSA são suspeitos de integrar esquema de lavagem de dinheiro que chegou a movimentar US$ 1,2 bilhão num banco suíço. O grupo utilizava o mercado negro do câmbio venezuelano e a estatal petrolífera. (INTERNACIONAL / PÁG. A15)

Êxodo venezuelano
Milhares de venezuelanos entram diariamente no Equador para chegar ao Peru antes que comece a exigência de passaporte. (PÁG. A16)

Caixa reduz juros para imóveis
Para financiamento com recursos da caderneta de poupança, a taxa mínima caiu de 9% para 8,75%. Banco também elevou cota para compra de imóveis usados. (ECONOMIA / PÁG. B8)

Notas&Informações
O Brasil no clube dos frágeis
Candidatos com algum bom senso e uma visão menos provinciana deveriam esforçar-se para tranquilizar os mercados e atenuar a turbulência cambial. (PÁG. A3)

Muros permeáveis
Foi um erro ter recolhido Lula da Silva, em caráter de exceção, à sede da PF em Curitiba. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete : Cresce taxa de morte por doenças crônicas no país
Levantamento mostra que índice, em queda até 2015, inverteu rumo em 2016
Um levantamento do Ministério da Saúde mostra altana taxa de mortalidade geral e prematura no Brasil causadas pelas principais doenças crônicas não transmissíveis.
Em 2016, doenças cardio-vasculares, câncer, diabetes e enfermidades respiratórias responderam por 421 mortes a cada 100 mil habitantes. Até 2015, a taxa vinha em queda, com 418,9 mortes.
Na população de 30 a 69 anos, que engloba a faixa de mortes prematuras, a taxa foi de 354,8 mortes por 100 mil habitantes em 2016.
A situação faz o Brasil deixar de cumprir meta do Plano Nacional de Enfrenta-mento de Doenças Crônicas.
Firmado em 2011, o plano previa uma redução de pelo menos 2% ao ano nas taxas de mortalidade das pessoas que têm de 30 a 69 anos.
Também coloca em risco a previsão de reduzir em até 25% as mortes por doenças crônicas até 2025, compromisso firmado com a Organização Mundial de Saúde.
O quadro preocupa especialistas. “O Brasil estava sempre com queda. E entre 2015 e 2016 vimos estabilidade e risco de aumento”, diz a professora da UFMG Deborah Malta, coordenadora do estudo Carga Global de Doenças.
Para o governo, é cedo para verificar com clareza mudança de tendência. (Especial Pág.4)

Petistas têm maior isolamento nos estados em 20 anos
O PT chega às eleições com o maior nível de isolamento nos estados desde 1998. A sigla terá 16 candidatos a governador, cinco sem nenhum aliado e cinco com apoio só do PC do B. Serão 3,7 partidos aliados para cada candidato a governador — em 2014, a média era de 6. (Eleições 2018 A4)

Doria tem direitos políticos suspensos, mas pode concorrer (Eleições 2018 A12)

Congressistas refinanciam dívidas e dão calote no Refis
Após aprovarem a última versão do Refis, programa que refinancia dívidas tributárias, deputados e senadores aderiram a ele, obtiveram benefícios e, em seguida, deram calote na Receita. Dos 81 beneficiados, ao menos 25 tinham prestações atrasadas em 23 de julho. As dívidas contrastam com os salários altos dos congressistas. (Mercado A21)

Ex-ministro, Malan afirma que faltou generosidade a Lula
Ministro da Fazenda no governo FHC (1995-2002), Pedro Malan diz que os avanços do Brasil não começaram com Lula no poder, como o ex-presidente apregoa. “Faltou generosidade de não tratar como se tudo tivesse começado do zero em 2003.” (Mercado A22)

Exército diz que é único engajado na segurança do Rio
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, aproveitou discurso sobre o Dia do Soldado para criticar a atuação de políticos na segurança. Em cerimônia, sua mensagem dizia que apenas os militares têm se dedicado a resolver os problemas do Rio de Janeiro, (Cotidiano B1)

EUA dificultam a regularização de imigrantes
Imigrantes que receberam ordem de remoção dos Estados Unidos relatam terem sido detidos enquanto baseavam regularizar o status no país, depois de casarem com americanos. Segundo especialistas, a ação, que reúne esforços de agências, não pode ser considerada irregular. (Mundo A16)

Editorial
O cerco a Trump
A cerca de debate em torno do impeachment nos EUA.

Rio pródigo
Sobre reajuste salarial em plena ruína orçamentária. (Opinião A2)
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