O Globo: Empresas buscam proteção e reveem planos após alta do dólar. Procura por ‘seguro’ contra valorização da moeda americana aumenta 36%. Com dificuldade para repassar custo, indústria já avalia reduzir produção
O Estado de S. Paulo: Mercado prevê mais tensão e menos PIB. A quatro meses das eleições, o mercado parece vislumbrar um 2018 mais complicado do que se imaginava. Sem reformas, a recuperação econômica não veio e o desemprego não caiu.
Folha de S. Paulo: Crise não afeta candidatos, mas rejeição a Temer salta para 82%
Fatia dos que avaliam negativamente governo é recorde; sem Lula, Bolsonaro lidera disputa eleitoral
A crise deflagrada pela paralisação de caminhoneiros e o desaquecimento da enfraquecida economia brasileira não afetaram as intenções de voto para presidente da República.
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O Globo

Manchete : Empresas buscam proteção e reveem planos após alta do dólar
Procura por ‘seguro’ contra valorização da moeda americana aumenta 36%
Com dificuldade para repassar custo, indústria já avalia reduzir produção
Após a turbulência no mercado financeiro nas últimas semanas, empresas começam a rever seus planos para 2018. Em maio, a busca por contratos de proteção cambial negociados na Bolsa cresceu 36% em relação a janeiro, para R$ 14,4 bilhões. A indústria afirma que terá de cortar margens,renegociar com fornecedores e, em alguns casos, reduzir produção, porque a atividade econômica fraca dificulta o repasse da alta dos custos para os preços ao consumidor.
Analistas avaliam que a greve dos caminhoneiros expôs a fragilidade do governo e piorou a percepção de risco do Brasil nos mercados, o que é agravado pelo quadro eleitoral incerto. (Págs. 29 e 30)

Argentinos tentam driblar tarifaço
Diante de aumentos como o da energia, que subiu 562% de 2015 a 2017, argentinos trocam aquecedores por casacos na tentativa de atenuar efeitos do tarifaço. (Pág. 33)

Operação na Rocinha fecha Lagoa-Barra
Cerca de 1.600 militares e policiais fizeram ontem uma grande operação na favela da Rocinha e em outras três comunidades da Zona Sul. A intensa troca de tiros com traficantes provocou o fechamento da Autoestrada Lagoa-Barra por uma hora e meia pela manhã. Foram presos 16 suspeitos e apreendidas drogas e munição. (Pág. 15)

Luiz Fux
Jornalistas são fundamentais para o processo eleitoral. (Pág. 19)

Elio Gaspari
É mais agradável lembrar a Passeata dos Cem Mil que o atentado ao Exército. (Pág. 6)

Ascânio Seleme
De que Lula e Cabral riam tanto no depoimento ao juiz Bretas? (Pág. 8)

Bernardo Mello Franco
Cai a blindagem de Augusto Nardes, relator das pedaladas fiscais. (Pág. 2)

Bolsonaro contradiz passado estatizante
Eleições 2018 Pré-candidato do PSL a presidente, o deputado Jair Bolsonaro adotou discurso liberal, acenando para o mercado. É uma guinada radical em relação a seu histórico no Congresso, onde votou a favor de pautas estatizantes. (Pág. 3 e Lauro Jardim)

Presidenciáveis posicionam-se sobre corrupção
Em enquete sobre corrupção, os cinco presidenciáveis mais bem colocados nas pesquisas marcam posição em temas como a nomeação de investigados e o indulto para o ex-presidente Lula. (Pág. 5)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Mercado prevê mais tensão e menos PIB
A quatro meses das eleições, o mercado parece vislumbrar um 2018 mais complicado do que se imaginava. Sem reformas, a recuperação econômica não veio e o desemprego não caiu.
O quadro externo começa a mudar com a perspectiva de alta nos juros nos EUA e a ameaça de uma guerra comercial capitaneada por Donald Trump.
Diante desse cenário, bancos reviram para baixo suas previsões para o PIB – já há quem fale em crescimento de apenas 1%, o mesmo de 2017. (Economia / Págs. B1,B4 e B5)

Pré-candidatos antecipam horário eleitoral na internet
Presidenciáveis usam as redes sociais para divulgar programas políticos nos mesmos moldes daqueles veiculados no rádio e na TV, numa antecipação do horário eleitoral, que só começa em 31 de agosto.
Com produções caprichadas e até jingles, eles fazem posts patrocinados, novidade desta eleição, para ampliar o alcance. (Política / Pág. A4)

Contra notícia falsa, mais jornalismo
Luiz Fux
O jornalismo precisa ser livre para apontar imprecisões e investigar condutas. Ministro participa amanhã do Fórum Estadão-Faap, sobre eleições e fake news (Política / Pág. A6)

Notas & Informações
Os avestruzes
A cultura do dinheiro público sem fim vem se consolidando, estimulada por demagogos que incitam os eleitores a agir sem pesar o impacto de suas escolhas. (Pág. A3)

O D. Sebastião de Curitiba
PT anuncia a pré-candidatura de Lula da Silva como se fosse a volta de D. Sebastião. (Pág. A3)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Crise não afeta candidatos, mas rejeição a Temer salta para 82%
Fatia dos que avaliam negativamente governo é recorde; sem Lula, Bolsonaro lidera disputa eleitoral
A crise deflagrada pela paralisação de caminhoneiros e o desaquecimento da enfraquecida economia brasileira não afetaram as intenções de voto para presidente da República.
Já o governo do presidente Michel Temer bateu novo recorde de impopularidade, mostra pesquisa Datafolha realizada na semana passada. São 82% os brasileiros que o consideram ruim ou péssimo, o mais alto índice registrado pelo instituto desde 1989. Em abril, a taxa era de 70%.
Dois meses depois da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele ainda obtém 30% das intenções de voto, e a maior parte de seus apoiadores se diz sem opção se ele não concorrer.
O deputado Jair Bolsonaro (PSL) lidera nos cenários sem Lula, com 19%, seguido por Marina SÚva (Rede), com 15%.
No segundo turno, Lula e Marina são os nomes mais fortes, e Bolsonaro só venceria se Fernando Haddad fosse o candidato petista. (Poder A4)

Letargia do eleitor é principal obstáculo a ser enfrentado
ANÁLISE Mauro Paulino e A lessandro Janoni
Uma letargia eleitoral toma conta do cenário político. Mas trata-se de um torpor lúcido: a opinião pública mantém suas tendências de intenção de voto.Ou da anulação dele. Continua recorde a taxa dos que pretendem votar em branco ou anular o voto nas eleições. (Poder A8)

Rombo nas contas deixa Brasil sujeito à turbulência global
Embora tenha indicadores melhores que o de países como Argentina e Turquia, o Brasil tem recebido de investidores globais tratamento tão cauteloso quanto o de emergentes mais frágeis. (Mercado B1)

Venezuelanas em fuga para Colômbia vendem o cabelo
No funil da ponte Simón Bolívar, que leva venezuelanos a Cúcuta, colombianos lhes vendem água, frutas, estadia em casas de família. E compram cabelos. Devido à crise humanitária, cerca de 1 milhão rumaram para a Colômbia. (Mundo A12)

Editorial
Menos cenários
Sobre desempenho de presidenciáveis no Datafolha. (Opinião A2)

0 preço da manipulação
A cerca de pressão oficial para baratear o óleo diesel. (Opinião A2)

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