A contagem agora é regressiva. As sete embarcações das equipes participantes da Volvo Ocean Race partiram de Auckland, na Nova Zelândia, e já estão vindo em direção a Itajaí, na perna mais longa e difícil da maior regata de volta do mundo. A expectativa é de que os primeiros marinheiros desembarquem em Santa Catarina a partir de 8 de abril. O secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Pavan, acompanhou no fim de semana (noite de sábado no Brasil, manhã de domingo na Nova Zelândia), em Auckland, a largada dos barcos.

“É um orgulho muito grande participarmos deste evento. Em 2010, assinei o primeiro contrato para Santa Catarina receber uma das etapas e agora já estamos na terceira consecutiva”, lembrou Pavan.
O Governo do Estado está investindo R$ 4,7 milhões para sediar a regata, única parada na América Latina, e o retorno financeiro estimado é superior a R$ 82 milhões, valor contabilizado na última edição. “A Volvo Ocean Race movimenta a economia do nosso Estado. Isso é fundamental para a divulgação de Santa Catarina e retorna em geração de empregos e recursos para investimentos na educação, saúde e segurança ”, salientou Pavan.

A perna entre Auckland e Itajaí é considera a mais desafiadora da regata, com uma maratona de 7,6 mil milhas náuticas (14 mil quilômetros) cruzando águas ao sul do continente americano e em torno do Cabo Horn, um dos pontos mais perigosos do mundo. Por este desafio, a etapa tem pontuação dupla, com um adicional extra atribuído ao primeiro navio que passar pelo Cabo.
Itajaí vai receber pela terceira vez consecutiva a Volvo Ocean Race, o maior evento náutico do planeta. A regata é considerada a Fórmula 1 dos Mares e reúne grandes nomes da vela mundial, entre elas a brasileira Martine Grael, campeã olímpica no Rio 2016, filha do velejador Torben Grael e integrante da equipe holandesa Team AkzoNobel. Em 2015, o vencedor da etapa até Itajaí foi o barco Abu Dhabi, que se tornou campeão ao final da disputa. A edição 2017-2018 tem a distância mais longa da história da competição, ao navegar por quatro oceanos e com paradas em 12 cidades de cinco continentes, num total de 45 mil milhas náuticas (83 mil quilômetros). A atual líder da competição é a equipe Mapfre, da Espanha.
Oitavo porto
Itajaí será o oitavo porto da regata. Após largar em Alicante, os barcos passarão por Lisboa (Portugal), Cidade do Cabo (África do Sul), Melbourne (Austrália), Hong Kong, Guangzhou (China), Hong Kong novamente e Auckland (Nova Zelândia). Após a parada catarinense, as embarcações seguirão a Newport (Estados Unidos), Cardiff (País de Gales), Gotemburgo (Suécia) e Haia (Holanda). A chegada à última estação está prevista para 20 de junho.
A previsão é que os primeiros barcos cheguem ao Litoral catarinense no dia 8. No dia 20 de abril será realizada a In-Port Race, uma competição que é realizada nos locais de parada. No dia 21, os barcos estarão abertos ao público e, no dia 22, será a partida das sete equipes competidoras para o próximo porto.


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