Câmbio ‘destrava ‘mercado de grãos
Travada desde o fim do ano passado, em razão da queda de preços, a comercialização de soja e milho produzidos no país na safra 2016/2017 ganhou impulso, em mais, graças à desvalorização do real em relação ao dólar.
Um Copom apenas de Especialistas
Os economistas Eduardo Zilberman, da PUC-Rio, e Ricardo de Menezes Barbosa, da UFRJ, defendem mudanças na composição do comitê de Política Monetária do Banco Central para evitar que o colegiado volte a ter um viés autocrático nas suas decisões, como chegou a ocorrer no passado.


O Globo

Manchete:Pacote de bondades de Temer prevê R$ 2 bi para o Rio
Projetos do Avançar no estado incluem porto, estradas e área social
Programa que vai substituir o PAC será lançado pelo presidente Temer como tentativa de melhorar imagem do governo em meio à crise política. Obras que podem ser concluídas até 2018 terão prioridade
O programa Avançar, que substituirá o PAC e será lançado pelo presidente Temer em uma tentativa de criar uma agenda positiva, terá R$ 2 bilhões para o Rio até 2018, informa GERALDA DOCA. Ao todo, serão R$ 5,9 bilhões para o estado, mas o governo dará prioridade às obras que podem ser concluídas até o ano que vem. Os projetos incluem duplicação de estradas, dragagem no Porto do Rio e R$ 1 bilhão para o Minha Casa Minha Vida. (Pág. 15)

A crise um ano depois do decreto de calamidade (Pág. 7)

Antes da Rússia, Temer se prepara para denúncia
O presidente Michel Temer definiu ontem, na véspera de sua viagem à Rússia, a estratégia para barrar a denúncia de Janot, que será enviada à Câmara até o dia 26. (Pág. 3)

Caciques do PMDB preferem Raquel para PGR
Com apoio de José Sarney, Renan Calheiros e Osmar Serraglio, Raquel Dodge surge como favorita para substituir o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. (Pág. 5)

Orgulho e protesto na Paulista
Defesa do Estado laico, protestos políticos e uma ponta de decepção com erros em horários de shows marcaram a Parada Gay de SP. (Pág. 6)

Brasil quer mudar política para Ásia
Visita do chanceler Aloysio Nunes Ferreira à China é primeiro passo de nova estratégia comercial, que tentará ampliar exportações de produtos com maior valor agregado para Ásia. (Pág. 16)

————————————————————————————

O Estado de S. Paulo

Manchete: Avanço das reformas é o que interessa, afirma BC
Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central, diz em entrevista que incerteza aumentou, mas ajuste é possível
Há pouco mais de um ano no cargo, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, admite que, com a crise política, a incerteza aumentou nas últimas semanas. “Mas podemos ter as reformas e os ajustes avançando, e é só isso que me interessa, sob o ponto de vista do Banco Central”, afirma Ilan em entrevista ao Estado. O presidente do BC destaca que, quanto mais ampla for a reforma da Previdência, melhor. “A reforma da Previdência é uma reforma fiscal e, por ser fiscal, é relevante. Mas não é a única”, pondera. O economista continua com um olho nas reformas e outro nos índices econômicos para calibrar o ritmo da queda de juros. “O que se discute hoje é a velocidade, o ritmo e a extensão. Mas não se discute se a inflação ainda está alta, se tem de subir juros”, afirma o presidente do BC. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Em vídeo, Temer pede punição a criminosos
Antes de embarcar para a Rússia e a Noruega e à espera de uma denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ainda nesta semana, o presidente Michel Temer gravou ontem um vídeo para ser divulgado hoje em redes sociais no qual afirma que criminosos não ficarão impunes. Temer, que não cita diretamente Joesley Batista, se defende das acusações do empresário da JBS. O ministro Moreira Franco, da Secretaria- Geral, não viajará, como estava previsto, para reforçar a defesa do presidente. (POLÍTICA / PÁG. A4)

MPF quer tirar bens de filhas de Palocci
A força-tarefa da Lava Jato pediu o sequestro de imóveis adquiridos por Antonio Palocci para as filhas por suspeita de lavagem de dinheiro. A defesa nega irregularidade. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Cida Damasco
Crise coloca em risco planos e recursos para enfrentar os desafios na área social. (ECONOMIA / PÁG. B4)

Notas & Informações
É preciso acompanhar a banda
A banda segue em movimento, como indica a nova alta dos juros nos EUA. Seria bom se as janelas de Brasília fossem mais abertas para o mundo. (PÁG. A3)

O que o PT tem a ensinar
O governo faria melhor se viesse a público com a mesma determinação de seus tinhosos adversários petistas. (PÁG. A3)

————————————————————————————

Valor Econômico

Manchete: Janot distinguirá caixa 2 do crime de corrupção
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai oferecer uma solução judicial para dezenas de políticos acusados exclusivamente do crime de caixa 2.

Destino de Temer está nas mãos de Maia
No comando da Câmara, cabe a ele decidir sobre o acolhimento de pedidos de impeachment contra Temer há pelo menos 20 dias e um deles Maia já rejeitou.

Sustentável e rentável
Dono de uma enorme reserva ambiental do estado de São Paulo, o grupo Votorantim montou um plano de negócio que une preservação e geração de receita.

Empresas contestam fim de desoneração
Contribuintes têm conseguido liminares na Justiça para continuar no regime de desoneração da folha de salários até 31 de dezembro.

Transferência ajuda a elevar superávit dos Estados
Os Estados iniciaram o ano com resultado primário maior que o do ano passado. No agregado de 25 estados, o Superávit do primeiro quadrimestre avançou de R$ 25,9 bilhões para R$27,6 bilhões de 2016.

Macron ganha maioria para reformas
O presidente da França, Emmanuel Macron, conquistou ontem ampla maioria no segundo turno das eleições parlamentares.

Câmbio ‘destrava ‘mercado de grãos
Travada desde o fim do ano passado, em razão da queda de preços, a comercialização de soja e milho produzidos no país na safra 2016/2017 ganhou impulso, em mais, graças à desvalorização do real em relação ao dólar.

Um Copom apenas de Especialistas
Os economistas Eduardo Zilberman, da PUC-Rio, e Ricardo de Menezes Barboza, da UFRJ, defendem mudanças na composição do comitê de Política Monetária do Banco Central para evitar que o colegiado volte a ter um viés autocrático nas suas decisões, como chegou a ocorrer no passado.